sábado, 13 de maio de 2017

ANTIPODES MAP


SE CAVARMOS UM BURACO SAIREMOS NA CHINA?
Neste site você vai encontrar esta resposta, ao digitar um endereço ele vai encontrar seu ponto antípoda, ou seja, seu ponto contrário no globo.


https://www.antipodesmap.com/

DIA DAS MÃES

PROGRAMA PANORAMA DA TVE RS (12/05/2017)


sábado, 6 de maio de 2017

Baleia Azul

Baleia Azul: Novo alimento do tubarão que quer abocanhar a internet livre

04/05/2017
Por Renata Mielle é Jornalista, coordenadora geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e secretária geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.

Mídia Ninja





O mundo inteiro está de olho na internet. A frase tem vários sentidos, mas o que cabe aqui é o que diz respeito às centenas de tentativas – que pipocam nos quatro quadrantes do planeta – de controlar a circulação de dados na rede mundial de computadores.
Cada vez que aparece alguma situação de crime ou algum escândalo que tem a internet como intermediário ou foco central, os setores que querem restringir liberdades arregalam os olhos. Aproveitam-se de uma comoção nacional e transformam essas situações no pretexto ideal para emplacar alguma proposta para alterar a lei que o Brasil conquistou e que define os direitos e deveres para os usuários da internet – o Marco Civil da Internet, ou para aprovar uma lei para tipificar mais crimes na internet.
A comoção da vez é a Baleia Azul. O jogo que usa redes sociais para reunir pessoas em torno de desafios que envolvem mutilações até levar, na última etapa, ao suicídio.
Lógico que o problema do suicídio é grave e merece toda a atenção da sociedade. Mas este problema não começa e nem termina pelo Jogo Baleia Azul e nem será enfrentado aprovando mais uma lei para perseguir e criminalizar pessoas, sites, aplicativos ou o que quer que seja na internet.
Não é preciso ser um especialista em saúde mental ou transtornos psicológicos para perceber que ninguém se suicida só por uma brincadeira, só por um jogo. As pessoas que buscam esses escapes já sofrem com algum tipo de depressão ou distúrbio e, portanto, precisam ser tratadas a partir de ações de cuidado e saúde.
Além do mais, o Brasil já possui dispositivos, tanto no código penal como no próprio Marco Civil da Internet, para enfrentar crimes que usam a rede mundial de computadores para serem consumados.
Na seção II do MCI há vários artigos que versam sobre como as autoridades policiais e judiciais podem acessar registros de conexão, registros de acesso a aplicações da internet e que são suficientes para, por exemplo, identificar os moderadores e administradores dos grupos do Jogo Baleia Azul.
Não é necessário criar mais um artigo no MCI como o proposto no PL 6989/2017, que prevê a retirada de conteúdo sem ordem judicial, apenas por notificação de usuário, de “materiais que induzam, instiguem ou auxiliem a suicídio”.
Quem vai avaliar o potencial nocivo de um conteúdo, o provedor? A série do Netflix que também trata deste tema, 13 Reasons Why pode ser retirada da plataforma de vídeos apenas por uma simples notificação de alguém que considere que a série se enquadra em alguns destes casos. Isso é ou não violação à liberdade de expressão?
Já temos uma lei surgiu de uma comoção, a Lei Carolina Dieckmann. Entre outras coisas ela torna crime a invasão de aparelhos eletrônicos para obtenção de dados particulares. A legislação foi aprovada em 2012, depois que a caixa de e-mail da atriz foi invadida e dezenas de fotos privadas foram publicadas sem autorização na internet. Essa lei altera o Código Penal e estipula multas e penas muito mais severas para violações via internet do que crimes similares que ocorrem fora da internet.
Também já tivemos a CPI dos Crimes Cibernéticos, que utilizou como gancho casos de desvio de dinheiro de contas correntes por quadrilhas que invadiam as contas pela internet e denúncias de páginas suspeitas de tráfico de pessoas para discutir um emaranhado de propostas que depois foram aprovadas no seu relatório e deram origem a projetos que atacam a privacidade, cerceiam a liberdade de expressão e ampliam penas para crimes cometidos na internet.
Fica aqui uma pergunta: faz sentido o mesmo crime ter penas e sanções diferenciadas só por ter utilizado a internet para se concretizar? Se ao invés de ter tido a sua conta de e-mail hackeada, um ladrão tivesse roubado um album de fotografias e divulgado e chantageado a atriz o crime seria menos cruel ou importante? Ou merece pena mais severa alguém que roube centavos da minha conta bancária via internet do que um ladrão que roube minha carteira?
A questão aqui é: já temos leis suficientes para investigar e punir crimes cometidos dentro e fora da internet.

Os derrotados e a enxurrada de projetos para mudar o MCI

Logo após a sanção do MCI, em 23 de abril de 2014, começaram a surgir os projetos de lei para alterá-lo. As emendas e propostas derrotadas se transformaram em dezenas de projetos. Claro, uma lei sempre pode ser aperfeiçoada, mas neste caso não é bem o que se pretende.
São mais de 30 projetos de lei que tentam ou cercear a liberdade de expressão na internet, ou criminalizar e ampliar penas e sanções de várias naturezas para os usuários da rede, ou que violam a privacidade e, até, limitam o acesso à rede mundial de computadores. Diante de tantos ataques, dezenas de organizações se reuniram na Coalizão Direitos na Rede, uma articulação para denunciar os ataques à internet.
O Marco Civil da Internet criou um ambiente legal de direitos e deveres dentro de uma visão de que a internet tem que ser um espaço livre, aberto, descentralizado, criativo e neutro. Isso contraria interesses políticos e econômicos de todos os tipos: ds gigantes empresas multinacionais de Telecomunicações, da indústria de direitos autorais, dos setores vigilantista/policial/criminalizante e de políticos que não conseguem conviver com a liberdade de expressão na internet e querem a todo custo poder retirar conteúdos e processar internautas que façam denúncias e críticas a seus respeito: aécios, dórias, temerários, crivelas, bolsominions e afins.
Com algumas concessões e muito debate político chegou-se a uma lei que é uma referência internacional de legislação positiva para garantir direitos e deveres na rede, garantindo a liberdade de expressão, a neutralidade de rede, e reconhecendo o acesso à internet banda larga como direito.
Não vamos deixar que nos tirem isso também.



uma geografia do aborto

O Jornal El País fez um material sobre os temas mais polêmicos na América Latina. Por acaso, este é também um assunto bastante discutido nas campanhas e debates eleitorais de presidenciáveis no Brasil em 2014.

 http://elpais.com/elpais/2014/05/28/media/1401297211_864457.html

Tabu no Brasil, aborto é menos restrito na maioria dos países — CartaCapital

https://www.cartacapital.com.br/internacional/tabu-no-brasil-aborto-e-menos-restrito-na-maioria-dos-paises

Veja onde se faz mais aborto no Brasil, de acordo com o IBGE
http://m.huffpostbrasil.com/2015/08/21/veja-onde-se-faz-mais-aborto-no-brasil-de-acordo-com-o-ibge_a_21694557/

center for reproductive rights
http://worldabortionlaws.com/about.html




Aula inaugural de Dilma Rousseff na Ufrgs

domingo, 30 de abril de 2017

Descendentes de ex-escravos

Descendentes de ex-escravos na zona rural de Bagé no Rio Grande do Sul, reportagem do jornal Zero Hora (22 e 23 de abril)


Mais empregos?


O campo e a cidade

Vídeo sobre as paisagens do campo e da cidade, voltado para alunos da 5ª Série do Ensino Fundamental. Montado pelos alunos do 4º Ano de Licenciatura em Geografia (ano 2010) da Faculdade de São Bernardo do Campo, FASB, na disciplina Geografia Agrária e Urbana, ministrada pelo Professor Alex Sandro Vioto.

domingo, 23 de abril de 2017

Rap Oz Guarani


Jogo da Baleia Azul

Jogo da Baleia Azul: ‘deixar o filho solto não dá’, diz psicanalista

POR CLAUDIA PEREIRA
Matéria publicada no estadão (19/4/2017)

O Família Plural foi atrás de especialistas que pudessem explicar o que está por trás das mortes que, supostamente, foram causadas em razão do desafio, e também comentar sobre o assunto que virou top trend nas redes sociais, na mídia, em grupos de pais e no ambiente escolar.



Impossível para o Família Plural ficar indiferente ao tal “Jogo da Baleia Azul”. O assunto foi trazido a mim por um dos meus filhos, que tem 15 anos. Ele me questionou: “mãe, você viu esse lance do jogo da Baleia Azul?”. Pedi a ele que me explicasse e fiquei chocada. Na mesma hora, perguntei a ele e ao irmão gêmeo: “vocês não entraram nisso ou têm interesse em entrar, né?”. Eles caçoaram de mim. Pela primeira vez fiquei feliz com a “tiração de sarro” filial (quem tem filhos gêmeos sabe do que estou falando).

Depois da descoberta, do susto e do alívio em saber que eles não possuíam nenhum interesse naquilo e que, assim como eu, achavam maluquice um “jogo” que estimula o suicídio, fiquei pensando nos meus tempos de adolescente sem tecnologia, sem TV a cabo (o que dirá canais on demand), esperando quase um mês por uma revista internacional que trazia as notícias gringas sobre música, ouvindo Love Songs para saber as traduções das canções que eu curtia. Tecnologia, para mim, vinha na forma de filmes como “De Volta Para o Futuro”, principalmente o 2 (aquele do skate flutuante), “2001: Uma Odisséia no Espaço”, “Blade Runner: O Caçador de Andróides” e, claro, do desenho “Os Jetsons”. E não entendam, com este comentário, que sou contra a tecnologia, muito pelo contrário.

Amigos, só os de carne e osso. Para alguns, talvez, os imaginários, mas nada de virtual. Quando minha mãe não gostava de algum amigo ou amiga, era literal: “não quero mais ver você com tal pessoa”. E ai de mim se fosse vista pelo bairro circulando com o tal ser humano. Até porque, o meu universo na juventude se limitava muito ao bairro em que eu vivia. Não havia celulares, nem nada que ajudasse os pais no “controle dos filhos”. O gerenciamento era mais no boca a boca mesmo.

Jogo da Baleia Azul tem mobilizado redes sociais, mídia, pais e escolas

Hoje, controlar por onde seu filho “viaja” na internet ou quem são os amigos virtuais é uma missão hercúlea. Alguns pais até tentam, mas lá no fundo sabem que é impossível.

Para o professor Pedro de Santi, que é psicanalista e Líder da Área de Humanidades da graduação da ESPM-SP, diferentemente do que muitos pensam, o problema não é a tecnologia e o que ela proporciona, mas sim a tendência de os pais sempre estarem mais predispostos a controlar os filhos do que realmente ouvi-los. “A internet, em geral, não é boa nem má, mas entre o adolescente e a tecnologia tem de haver o gerenciamento dos pais. Deixar o filho solto não dá”. Mas, segundo ele, também não é algo que possa ser feito de forma invasiva.

Santi, que tem duas filhas, uma delas com 13 anos, relata que pratica isso em sua casa, e quando as meninas querem assistir a um conteúdo com senha precisam pedir a ele. “Nesses casos, assisto o conteúdo com elas. É preciso mediar a relação da criança com o mundo, acompanhar o que o filho tem visto”.

Mais especificamente sobre o “Jogo da Baleia Azul”, ele, que também é especialista em comportamento de crianças e jovens, diz que dentro do universo juvenil existe muito a autoafirmação, que é evidenciada em diferentes ações como rachas de automóveis, fazer selfies em lugares perigosos (correndo, efetivamente, risco de morte), entre outros. Ser desafiador é uma forma de se tornar respeitado e uma espécie de “influencer” para este grupo de pessoas.

O professor também aponta que entrar em jogos e competições como esses são mais comuns para jovens comprometidos emocionalmente. “Podemos presumir que, dificilmente, um jovem que não tenha um quadro de vulnerabilidade anterior se deixe levar por algo assim. Um jogo que envolve mutilação e suicídio vai atrair esse público vulnerável”.

Atenção aos sinais

Pedro de Santi reforça que, quando este tipo de assunto vem à tona, há uma tendência de as pessoas falarem que a culpa é da tecnologia. “O problema é como ela é mal utilizada a quem está entregue”. E completa, “você sabe que é um bom usuário de tecnologia se conseguir se desligar de vez em quando. Se isso não ocorrer, tenha certeza de que não está usando a tecnologia, mas sim sendo usado por ela”.

Mas, como dizem por aí, o “buraco é mais embaixo”.

Como mãe, sempre me pergunto se é possível não perceber que seu filho está passando por algum problema sério. Para o psicanalista, “é possível, sim, não perceber, pois essa mudança ocorre em pequenas nuances”. E há outro ponto que ele destaca como substancial para esta “não percepção”. Para ele, os pais costumam negar, usam o mecanismo de recusa e também desculpas para maquiar as mudanças dos filhos como, por exemplo: o jovem está diferente porque terminou o namoro, teve uma semana cansativa, etc. “É a onipotência de achar que em casa não vai acontecer”.

Ele acredita que pais e filhos nunca serão melhores amigos e que a melhor forma de auxiliar crianças e jovens é criando condições para terem espaços em que não sejam controlados. “Não temos intimidade com os pais e não é para ter mesmo. O ideal é criar condições para os filhos terem espaços como escola, terapia, amizades em que se sintam a vontade para se expressar”. O profissional garante que querer forçar o filho a falar o que está acontecendo, se está com algum problema, ou querer controlá-lo são coisas que, definitivamente, não funcionam.  “Querer controlar sempre é a pior opção”.

Mas se o diálogo em casa está difícil, como fazer a gestão do uso da internet pelos filhos, principalmente quando são mais velhos (adolescentes), sem ser tão invasivo e gerar conflitos? Para Bruno Prado, CEO da UPX Technologies e especialista em segurança na internet, a partir de sete anos a criança já possui uma personalidade formada e, por isso, o ideal é começar a educação digital antes disso. “O Comitês de Gestão de Internet (CGI), por exemplo, disponibiliza cartilhas com orientação para todas as idades sobre o uso seguro da Internet”. Veja aqui. “No ambiente digital, o crime parece não ser tão grave, pois as vítimas não estão presentes fisicamente, então, a impressão é que ‘dói’ menos”, comenta Prado.

Já para os jovens que, de repente, não se sentem confortáveis em dialogar com os pais ou parentes próximos, o professor Pedro de Santi orienta que busquem o máximo de informações possíveis sobre o assunto em questão e também sobre outras ondas que já passaram. “Conversar é fundamental. Você se torna uma presa mais fácil quando pensa que as coisas só ocorrem com você”.

O professor da ESPM-SP enfatiza que “é preciso falar sobre tristeza, sobre as coisas ruins. Entre existir a vontade e querer se matar há um abismo”. Falar sobre isso pode fazer a diferença na vida de quem se encontra em situação de fragilidade emocional.  “Há uma teoria, que anda na moda, que diz que o que você pensa acontece e o que não pensa não acontece. Isso é uma grande tolice. É preciso, sim, falar sobre violência, suicídio, depressão”.

O psicanalista lança algumas questões aos pais. “Um adolescente, hoje, olhando para os adultos, que vontade tem de dar o próximo passo, entrar na próxima etapa de vida? Que futuro estamos oferecendo para os nossos filhos? Mostramos a eles que vale a pena viver? Temos pais sempre reclamando do trabalho, temos corrupção, as pressões do dia a dia, um mundo perverso, sem esperança, ou seja, nada convidativo”.

Para ele, é preciso mostrar aos filhos que vale a pena virar adulto. “Pais desesperados, filhos fragilizados. Se os pais cuidarem bem de suas vidas, de sua felicidade, de sua integridade, certamente isso impactará o filho”.

O Jogo

Baleia Azul (Blue Whale) é um “jogo” em que o competidor precisa completar 50 tarefas, sendo a última delas tirar a própria vida. De acordo com artigo publicado recentemente no blog do repórter Fausto Macedo, também no portal Estadão.com (leia aqui), “um grupo oriundo da Rússia, conhecido como “#F57”, está sendo investigado devido à suspeita de que já teria induzido mais de 130 jovens, predominantemente na Europa, a cometerem suicídio desde 2015”.

O “jogo” não é aberto, é preciso receber um convite para participar. Uma vez iniciada a “competição” não é possível voltar atrás. Aqueles que tentam desistir sofrem ameaças, que se estendem aos familiares. Dentre os desafios estão ações como escrever com uma navalha o nome do “#F57” na palma da mão, cortar o próprio lábio e desenhar uma baleia em seu corpo com uma faca.

No Brasil, há suspeitas de que uma jovem de 16 anos, de Vila Rica/MT, e um rapaz de 19 anos, de Pará de Minas/MG, tenham cometido suicídio por conta do jogo.



Separamos vídeos de dois canais de YouTubers com grande expressão entre os jovens. Ambos servem para pais e filhos, talvez seja uma ótima oportunidade para assistirem juntos.

Dica do professor Pedro de Santi:  Canal Felipe Neto



Dica dos meus filhos gêmeos, Guilherme e Vinícius: Canal Você Sabia?



Matéria original aqui
 Saiba mais aqui

sábado, 1 de abril de 2017

Rádio Garden

Escutar todas as rádios do mundo usando mapas: 
Radio.Garden é um projecto absurdamente fantástico para explorar todas as rádios que existem ou existiram em todo o mundo in http://radio.garden/live/lisbon/op351

Pasta de 11 GB de livros de Geografia



  • Via Biblioteca Popular Aberta 

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Bons estudos e divirtam-se!

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quarta-feira, 1 de março de 2017

Rock Brasil: camisa de vênus, los djangos...


1)camisa de vênus, hoje
2)Los Djangos, Raiva Contra O Oba-oba
3)for from alaska, deadmen
4)gueto, estação primeira
5)velhas virgens, uns drindres
6)mundo alto, cheios
7)Rita Lee - Mamãe Natureza
8)luxúria, ódio
9)cachorro grande, você faz continuar
10)churrasco elétrico,  impostores
11)dead fish, queda livre













































Eclipse lumar solar - 26/02/2017

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Micropaíses



1.barbuda e antígua
2.são cristóvão e névis
3.dominica
4.barbados
5.santa lúcia
6.são vicente e granatinas
7.mônaco
8.liechtenstein
9.andorra
10.san marino
11.vaticano
12.malta
13.granada
14.são tomé
15.seychelles
16.barein
17.maldivas
18.micronésia
19.cingapura
20.palau
21.ilhas marshall
22.nauru
23.tuvalu
24.kiribati
25.tonga

domingo, 19 de fevereiro de 2017

foguete Falcon 9

#Espaço #NASA | Momento do lançamento do foguete Falcon 9, levando a nave espacial Spacex Dragon, com suprimentos para a estação espacial internacional. Em breve o vídeo completo, com mais de 30 minutos com todo o preparativo.
Fonte: NASA

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Rádio Backstage

O programa backstage da rádio kiss fm de São Paulo apresentado pelo Vitão Bonesso, o backstage tem uma página com duas rádios web dedicado ao rock que são heavy rock e classy rock



clique aqui

Conferência dos Geógrafos Latino Americanistas

Data: 05 a 11 de janeiro de 2014 (apresentações nos dias 07 e 08)
Lugar: Cidade do Panamá, Panamá
Envio de trabalhos: até 31 de outubro de 2013

Maiores informações na página na internet:
http://clagpanama2014.tamu.edu/call-for-papers
http://clagpanama2014.tamu.edu/