sábado, 25 de junho de 2016

aquecimento global

Do facebook Dica de Geografia

O aquecimento global é apenas um monte de ar quente?
Fonte/Crédito: Minuto da Terra



Poluição de lago indiano atinge níveis críticos, fazendo-o pegar fogo!
Parte da cidade de Bangalore, na Índia, está sofrendo com uma espuma tóxica presente em um lago extremamente poluído. O Lago Bellandur é o maior da cidade, e também o mais sujo. Décadas de resíduos químicos não tratados e lançados ao lago se transformam em uma espuma branca e espessa toda vez que chove no local. Esta espuma contém efluentes como graxa, óleo e detergentes que, por vezes, pegam fogo, transformando um dos pontos turísticos mais importantes da região em um lago de fogo.
Muitos moradores estão irritados e preocupados com o fenômeno natural. “Toda vez que chove e o volume de ‪#‎água‬ aumenta, a espuma levanta e andar por este trecho torna-se arriscado”, disse Visruth, que mora a 30 metros de distância do lago. “Devido à espuma, a visibilidade é reduzida e a área cheira mal. Carros e motos que passam nesta área ficam cobertos com espuma”.
Segundo Mohammed Attaulla Khan, que cresceu na região próxima ao lago, vê-lo queimando em maio deste ano foi inesquecível. “Não é todo dia que um lago pega fogo. Isso deve fazer as pessoas acordarem e perceberem que temos um problema sério”, disse.
Ramachandra, um dos principais cientistas ambientais da cidade, apresentou um relatório às autoridades, em junho, após o incêndio. Seu relatório explicou como “fluxo contínuo de esgoto não tratado e efluentes” estão sendo transformados em espuma quando há chuva ou vento. Ele disse que o evento foi desencadeado por algo pequeno, como se um cigarro aceso tivesse sido jogado no lago, inflamando a espuma.
Infelizmente, as autoridades locais não têm sido capazes de combater a situação. Com a população crescendo em taxas assustadoras (o número de habitantes quase duplicou, indo para 10 milhões, nas últimas duas décadas), as agências locais não têm sido capazes de administrar a ‪#‎poluição‬. “As agências reguladoras são fracas e não têm muito poder nem pessoal. Os poluidores foram acumulados durante quatro décadas. Estamos pagando o preço por isso”, disse Ramachandra.
O lago Bellandur recebe diariamente mais de 130 milhões de litros de esgoto não tratado ou parcialmente tratado de casas e indústrias por toda a cidade. A espuma atual presente no lago foi relatada como sendo mais espessa e mais fedida que nos anos anteriores. Quando o vento sopra a espuma para as ruas, ela obstrui a visibilidade de condutores e pedestres.
A espuma também está afetando a ‪#‎saúde‬ das pessoas que entram em contato com ela. Quando Ramachandra e seus alunos do Instituto Indiano de ‪#‎Ciência‬ passaram uma tarde colhendo amostras de espuma, tiveram erupções cutâneas graves. Os moradores que vivem no local reclamam de dores de cabeça, tontura e doenças do estômago, todos provenientes da poluição.
O ‪#‎governo‬ emitiu notificações aos órgãos municipais envolvidos para que desenvolvam um plano de ação que combata o problema da espuma ‪#‎química‬. O prefeito convocou um time de engenheiros de sistemas de esgotos de águas pluviais para visitar a área e encontrar soluções. “Vamos perguntar-lhes sobre o processo de criação de estações de tratamento de esgoto para desviar esgoto de águas pluviais destes drenos”, afirmou o prefeito. A população segue desconfiada, sem acreditar que a prefeitura poderá arcar com os custos.
Fonte: Jornal #Ciência




‎Brexit‬

 Do Blog Geografia news

 Diferenciação entre Grã-Bretanha, Reino Unido, Irlanda e Ilhas Britânicas!


Do facebook Dica de Geografia

 Vídeo: E agora, ‪#‎Brexit‬? Quem ganha e quem perde com a saída do Reino Unido da UE?

Fonte: DW ‪#‎Brasil‬



 Da Revista Brasileiros


Saída da União Europeia é atestado de ignorância, diz especialista

Para Kirstyn M. Inglis, vice-coordenadora do Programa Brasil-UE sediado no IRI-USP, a população do Reino Unido decidiu sair do bloco devido à falta de informação


Mesa na USP reúne especialistas para discutir o referendo no Reino Unido. Foto: Redação







 Um atestado de ignorância. A voz dos mais velhos e menos escolarizados. Uma oportunidade de transformação para a União Europeia. Essas são algumas das definições para o resultado do referendo que saiu nesta madrugada (24), na qual a população do Reino Unido decidiu sair da União Europeia.

A cientista política Bettina de Souza Guilherme, Carolina Pavese, coordenadora do curso de graduação em Relações Internacionais na PUC-MG, Kirstyn M. Inglis, jurista escocesa, e Maria Antonieta, economista e professora do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo, participaram de uma mesa nesta sexta-feira (24), na USP, para discutir os impactos da saída do Reino Unido.

Segundo Kirsty, vice-coordenadora do Programa Brasil-União Europeia sediado no IRI-USP, a população do Reino Unido fica em 26ª posição no ranking de conhecimento com relação à União Europeia: “Quem quiser dizer que o referendo é democrático que o diga. Para mim, é um voto de ignorância. As pessoas não fazem a menor ideia do que está em jogo. A campanha foi feita em cima da questão de imigração, que nem é uma política padrão da União Europeia”.

Bettina, que trabalhou no Parlamento Europeu, vê a saída do Reino Unido como uma oportunidade de a União Europeia se tornar mais social e politicamente integrada. “O Reino Unido nunca se sentiu parte do bloco. Não foi amor à primeira vista, mas um casamento por conveniência, sem uma profunda integração política. O único interesse dele para aderir era desregular o mercado. A saída do país provoca um período de turbulência, mas, a longo prazo, temos mais chance de dar um rumo melhor à União Europeia. Para bloquear uma decisão do bloco, é preciso o apoio de 35% da população. Sem o Reino Unido somando ao lado dos liberais, fica mais fácil aprovar medidas progressistas”.

Maria Antonieta é menos otimista quanto às mudanças que podem vir da saída do Reino Unido. Para ela, a desregulamentação do sistema financeiro tem uma dinâmica própria, que não atende às demandas de instituições internacionais e nem da política doméstica. “A saída dos britânicos da União Europeia não muda a atuação do mercado financeiro, que vai migrar para outros lugares. Não sei se a saída traz algum conforto. Na Áustria, na Polônia, na França a ultra direita continua. Tudo bem que o Reino Unido atrapalhava, mas tem gente pior. Mesmo para os mais liberais, era melhor ficar na União Europeia para tentar mudá-la de dentro, ao invés de negociar de fora. Por isso a permanência da Angela Merkel. Acho um momento triste”.

Os impactos comerciais ainda são incertos. O país tem o prazo de dois anos para finalizar o processo de saída do bloco. Para Carolina, o Reino Unido só tem a perder economicamente. O bloco provavelmente dará uma tratamento duro ao país nas negociações posteriores para desestimular um efeito manada dentre os demais membros. “Muitas multinacionais que tinham sede em Londres, para ter acesso ao mercado europeu, mudarão para outras cidades. O setor empresarial era contra a saída, 45% do comércio do Reino Unido vem da União Europeia”.

Link curto: http://brasileiros.com.br/irCS2






água potável

Do facebook Dica de Geografia

71% da superfície da #Terra é água. 60% do nosso corpo é composto de água. Apenas 1% dela é potável. Precisamos pensar em como utilizamos nossos recursos.

Fonte: WWF Brasil


Continente



Andrômeda

Do Blog Mundo geográfico

A maior imagem já feita de Andrômeda, a nossa galáxia vizinha. 1,5 bilhões de pixels, 4,3GB de imagem e uma estonteante noção de que o universo é imenso. A imagem é tão grande que foi melhor transformá-la em vídeo.

Para uma melhor experiência, coloque em HD.

Fonte: Sociedade Científica


Formação e fragmentação da Iugoslávia

Do Blog GEOBAU

clique aqui


terça-feira, 21 de junho de 2016

Fenômeno da Lua

RT espanhol

Así fue la 'luna de fresa', el deslumbrante fenómeno que se da casi 50 años


En el hemisferio norte el solsticio de verano ha coincidido con la luna llena por primera vez desde 1967.

Kieran DohertyReuters
La noche del 20 de junio en el hemisferio norte tuvo lugar el solsticio de verano, que coincidió con la luna llena. Los dos eventos suceden de forma periódica pero coinciden en muy pocas ocasiones, aproximadamente una vez cada 50 años. En algunos lugares esta coincidencia recibe el nombre de 'luna de fresa'.


Kieran DohertyReuters
La coincidencia del solsticio de verano con la luna llena cambió el aspecto de nuestro satélite natural.

El sol estaba excepcionalmente alto mientras que la luna estaba muy baja, lo que "forzó su luz a través del aire más denso, que también tiende a ser húmedo en esta temporada", ha explicado el astrónomo Bob Berman. Así que esta "combinación hace que la luna parezca de color ámbar".

Por su nombre algunos podrían esperar un color rosa o rojo, pero la referencia a la fresa no se debe al aspecto del cuerpo celeste. El nombre se lo pusieron los algonquinos, indígenas del norte de América, que creían que la luna llena en junio indicaba el momento en el que comenzaba la cosecha de fresas y otras frutas. 
Otros nombres para denominar el fenómeno de la 'luna de fresa' en el hemisferio del norte son 'luna de rosa', 'luna de miel' y 'luna caliente', mientras que en el hemisferio sur se la conoce como 'la luna de la noche larga'.
La anterior coincidencia del solsticio de verano y la luna llena ocurrió en 1967 y la próxima no tendrá lugar hasta 2062.

 link:  https://actualidad.rt.com/ciencias/210957-luna-fresa-unico-fenomeno-astronomico-solsticio
Conferência dos Geógrafos Latino Americanistas

Data: 05 a 11 de janeiro de 2014 (apresentações nos dias 07 e 08)
Lugar: Cidade do Panamá, Panamá
Envio de trabalhos: até 31 de outubro de 2013

Maiores informações na página na internet:
http://clagpanama2014.tamu.edu/call-for-papers
http://clagpanama2014.tamu.edu/