segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Fluxos de turistas X crise econômica

Do blog Conversa Afiada, um amigo navegador como fala o jornalista Paulo Henrique Amorim postou uma informação no post "Ferrovia transoceanica dá outro passo" e com isso questionamos a crise econômica que não traz turistas pra cá, será mesmo que nosso país está em crise? ou é uma guerra política onde quem são penalizados são os mais pobres?

segue o artigo:

JN esconde, a gente mostra: Hotéis, portos e voos lotados no carnaval.

Como a TV Globo é uma espécie de mosquito do zika vírus para espalhar crise econômica na cabeça do brasileiro, provavelmente você não verá essa notícia no Jornal Nacional, ou se ver será sem destaque.
A lotação dos hotéis no carnaval está maior neste ano do que no ano passado. Isso é crescimento da atividade econômica no setor.
Em Salvador (BA), os últimos números apurados já davam 95% de ocupação (maior do que no ano passado), e a rede hoteleira esperava chegar a quase 100%.
Em Fortaleza (CE) os números divulgados antes do início do carnaval também teve um aumento de 5,1% na ocupação em relação ao ano passado. Às vésperas do carnaval a ocupação atingia 88,9%. Com os turistas de última hora, o número deve ter aumentado. No interior do Ceará a ocupação era maior ainda. Canoa Quebrada estava com 94,8% de ocupação, seguida por Jericoacoara (93,6%), Porto das Dunas/Prainha (93%), Guaramiranga (88%), Cumbuco (86%) e Praia das Fontes/Morro Branco (82,9%).
No Rio de Janeiro, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis-RJ, na semana passada a média de ocupação na capital também teve um crescimento em relação ao ano passado, atingindo 82,20%. No interior o crescimento foi 3,35% com ocupação de 95%.
Hospedagens alternativas tem um crescimento maior ainda. A plataforma Airbnb, uma espécie de "uber" de imóveis, onde proprietários particulares oferecem quartos ou casas para hospedagem, registrou crescimento expressivo. Os destinos com maior crescimento foram Cabo Frio/RJ (122%) e Florianópolis (72%).
A quantidade de turistas que desembarcaram no Rio em navios de cruzeiro é 85% maior do que no carnaval 2015.
Os aeroportos do país também estão cheios. A expectativa é 7,3 milhões de passageiros passando pelo 15 principais aeroportos do País no período de carnaval. Estão programadas 16.200 partidas no período, 3% a mais que as 15.770 decolagens do Carnaval 2015.
A alta do dólar facilita o crescimento do turismo internacional ao Brasil. E o turista brasileiro também viaja mais pelo Brasil quando as viagens ao estrangeiro tornam-se mais caras.

organização e disciplina na hora de estudar

Do Canal do Ensino, dica fundamental para estudar e melhorar no seu desempenho, segue a redação:

Quando se pensa em começar a estudar, principalmente quando a rotina de estudosirá durar algum tempo, é necessário ter umcronograma de estudos adaptado à rotina, isso faz com que a pessoa aumente seu potencial e diminua o tempo dependido.Organização e disciplina são fundamentais.
A organização é importante para saber o que deve ser estudado e por quanto tempo esse conteúdo deve ser estudado. Se organizando, a pessoa encontra uma maneira prática para cumprir o cronograma de estudos. Lembrando que o tempo deve ser estabelecido de acordo com a rotina.
É preciso ter objetividade, estabelecendo quais são as prioridades nos estudos, e organizar o tempo de acordo com as metas estabelecidas por você mesmo. Se é você quem determina sua rotina de estudos é importante traçar metas a serem cumpridas. Essas metas devem ser estabelecidas de acordo com o tempo disponível para estudo e a sua capacidade de aprendizagem.
Ter disciplina nos estudos é importante para seguir o que foi determinado. Logicamente que é preciso flexibilidade. Se depois de algum tempo você perceber que o plano de estudos não é o adequado, mude a maneira de estudar para melhorar a capacidade de estudo. Para estudos a longo prazo, conforme você vai evoluindo, a capacidade de aprendizado também aumenta e por isso, o plano de estudos deve ser mudado e adaptado.
Ir mudando e se adaptando é válido, estabeleça o que é prioridade nos estudos, o que é mais fácil, o que é mais demorado, o que tem maior peso na prova, no que você tem mais dificuldade, por exemplo. Lembrando que tudo isso pode ir mudando conforme os estudos e assim você vai adaptando a rotina.
Dessa maneira, os estudos vão render mais.

O aplicativo Kobo

Do Canal do Ensino  aplicativo kobo com mais 40 mil ebooks

O Kobo é um App que contém mais de 40 mil livros digitais grátis, além de todos os outros milhões de e-Books pagos.
São best-sellers, histórias infantis, clássicos, lançamentos, livros técnicos, acadêmicos, biografias entre outros livros. Além de acesso a revistas, livros de receitas, quadrinhos e muito mais.
Recursos do App
Pensando no seu conforto, o aplicativo da Livraria Cultura possui recursos que te ajudam a ler de onde estiver. Olha só tudo o que você pode fazer com esseaplicativo grátis:
- Você pode diminuir ou aumentar o brilho da tela, de acordo com a iluminação do lugar onde está e pode optar por diferentes estilos de fonte para minimizar a fadiga ocular;
- Sincronizar sua biblioteca automaticamente em todos os seus dispositivos;
- Retomar a leitura de onde parou, já que o App sincroniza também suas marcações, notas e destaques para que possa manter a leitura em todos os aparelhos;
- Usar o recurso “Fora do livro” em que basta tocar nas palavras destacadas em um texto para obter artigos da Web, livros relacionados e autores que estão associados por tema, de acordo com o assunto da palavra destacada, para uma experiência de leitura de imersão;
- Adicionar livros á sua biblioteca à partir do e-mail, internet ou da sua conta no Dropbox;
- Aproveitar o Reading Life, uma tecnologia que transforma a leitura em uma experiência social. O conceito Reading Life permite ao usuário acompanhar o histórico de textos lidos e ganhar medalhas de acordo com suas atividades no dispositivo. Ou seja, o leitor terá acesso ao seu próprio perfil de leitura, com estatísticas de quantos livros foram lidos, quantas páginas foram viradas e ainda controlar a velocidade de leitura. Um painel interativo mostra esses números, que são um instrumento para que o leitor acompanhe seu progresso. Ao abrir o livro no Reading Life, o leitor tem a possibilidade de compartilhar no Facebook e Twitter parte do conteúdo e também suas passagens favoritas;
- Ler em diversas línguas como: inglês, francês, espanhol, italiano, alemão, holandês ou japonês.
Onde baixar
O App pode ser baixado gratuitamente nas plataformas iOSWindowsAndroid, em dispositivos Blackberry, no Google Play ou no seu Mac ou PC.

Saiba mais sobre a Geografia da Saúde e o destino de nossas cidades

Artigo do MundoGeo trata como o geoprocessamento pode "revelar padrões e nuances dos fenômenos sócio espaciais que são invisíveis mesmo aos olhos mais treinados, mas que por meio de integração de pessoas e sistemas, mapas, apps, ferramentas de suporte à tomada de decisão, em ambiente colaborativo e acessíveis aos níveis técnicos, gerenciais, de planejamento, executivo e político, estão disponíveis hoje para melhoria em múltiplas dimensões, incluindo ajustes fiscais e financeiros, com uso racional dos recursos."

Abimael Cereda Junior, Geógrafo

No início da minha graduação, em um dos primeiros trabalhos de campo, no ponto de parada de Santa Gertrudes, interior de São Paulo, a Profa. Dra. Sandra Pitton, expôs o seguinte cenário: O município apresentava altas incidências de doenças respiratórias e, como tal fenômeno, se relaciona com as atividades econômicas do mesmo, vista que estava no Polo Cerâmico. Foi a descoberta da Geografia da Saúde, pelo menos para mim.
Integrando dados de visitas in loco e de bases governamentais, variáveis físicas, sociais, ambientais e políticas, utilizando metodologias de análise e tendo os mapas não apenas como uma imagem de apoio, mas como meio para o entendimento integrado, pode-se não só descrever ou entender um fenômeno, mas possibilitar que pessoas, empresas e os gestores públicos tomem decisões que alterem a vida – e sua qualidade – como a poluição por particulados da indústria ceramista.
Este olhar geográfico, o qual a professora sempre dizia que iríamos desenvolver ao longo do curso, não é algo intangível, mas que pode se explicar, por exemplo, com o subtítulo de um dos livros que conta uma história real que “mudou o destino de nossas metrópoles”. O livro ao qual me refiro é “O Mapa Fantasma” (Steven Johnson, 2006) que narra o surto de cólera em Londres em 1854; um surto que levou à morte mais de 600 pessoas em poucas semanas, mas que com visão à frente de seu tempo, um médico, Dr. John Snow, além de a interromper, trouxe luz à problemas – e ações de intervenção no território – que levaram à novas formas de se pensar a organização dos espaços e serviços públicos, como a distribuição de água e coleta de esgoto.
Naquele momento, em que os métodos de saúde eram precários, o Dr. Snow (sem suporte da teoria microbiana, desenvolvida alguns anos mais tarde) não conseguia sustentar evidências que as mortes em Londres, por seguidos surtos de cólera, eram causadas por poluentes no ar. Munindo-se de observações de campo, técnicas estatísticas e análises espaciais, ele pôde correlacionar o maior número de mortes em uma região específica do distrito de Soho pelo uso de água contaminada, servida pela bomba d’água da Broad Street (antiga Broadwick).
Mesmo com manifestações populares contra a interrupção no fornecimento de água e indo de encontro ao status quo científico e religioso, as observações, análises, relatórios e ação colocada em prática foram corroborados com a diminuição, em poucas semanas, das mortes e fim do surto, comprovando a relação entre esta, a localização do fornecimento de água e os consumidores. Observação, campo, dados, análise, integração e painéis de decisão: assim foi o case de 162 anos atrás. Por que nossos gestores – e até especialistas – ainda estão distantes destas aplicações?
Por meio diversas fontes e naturezas de dados, como os sistemas dos órgãos municipais, que alimentam bases governamentais, como o DataSUS no caso da saúde, entendimento local com agentes em campo, informações atualizadas permanentemente pela população, mídias sociais, pode-se revelar padrões e nuances dos fenômenos sócio espaciais que são invisíveis mesmo aos olhos mais treinados, mas que por meio de integração de pessoas e sistemas, mapas, apps, ferramentas de suporte à tomada de decisão, em ambiente colaborativo e acessíveis aos níveis técnicos, gerenciais, de planejamento, executivo e político, estão disponíveis hoje para melhoria em múltiplas dimensões, incluindo ajustes fiscais e financeiros, com uso racional dos recursos.
Dr. John Snow, considerado o pai da epidemiologia moderna, do Geoprocessamento, dos infográficos e do avanço da Geografia Médica e o desenvolvimento da Geografia da Saúde, esta com maior preocupação com serviços sanitários, níveis de saúde e variáveis ambientais, e inserção política e social relacionada à Saúde Pública, nos chama novamente atenção: mais que um governo pensar um sistema ou projeto específico para a dengue e seu combate no curto prazo (ou qualquer outra doença), por que não implantar uma visão integradora, em que as diversas secretarias criam e acessam dados, possuem dispositivos de planejamento e gestão com protagonismo da sociedade, e em que o Prefeito e seus secretários, por exemplo, podem acompanhar painéis de análise e decisão, trazendo seus sistemas especialistas, ERPs, imagens e mapas não como o produto final, mas como um meio para o entendimento do território e a tomada de decisão e sua consequente intervenção? A decisão para o fim do surto de falta de informações, transparência e decisões é nossa.
O Geógrafo Abimael Cereda Junior, Gestor de Educação da Imagem, é especialista em Geoprocessamento e Mestre e Doutor em Engenharia Urbana, tem como área de pesquisa e atuação o uso de Inteligência Geográfica na Educação, bem como o desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas para análise espacial de dados geográficos.
 Para conhecer mais sobre o tema, por meio de artigos e texto aqui citados, a história do surto de cólera em Londres em 1854 e como você pode criar um mapa interativo em poucos minutos que reconta esta história, acesse o blog http://www.geografiadascoisas.com.br/              

Zika vírus II

Postei aqui sobre  a pandemia explosiva do vírus zika que ocorre no continente americano clique aqui 
Em estado de alerta, a Organização Mundial da Saúde estima que o zika pode atingir entre 3 milhões e 4 milhões de habitantes do continente americano onde se espalha por vários países.
Por isso publico esse post com mais 2 artigos e 1 video da presidenta que em pronunciamento dia 3/2 onde ela diz: "A guerra contra o mosquito transmissor do zika é complexa, porque deve ser travada em todos os lugares e por isso exige engajamento de todos. Se nos unirmos, a maneira de lutar se torna simples. Não podemos admitir a derrota porque a vitória depende da nossa determinação em eliminar os criadouros."


As verdades e mentiras nos boatos sobre Zika vírus


RS adere ao Pacto da Educação Brasileira contra o Zika



Dilma em rede nacional enfrenta o zica




domingo, 7 de fevereiro de 2016

DOSSIÊ WIKILEAKS E ASSANGE

O site Outras Palavras publicou dossiê wikileaks e Julian Assange:

Editor-chefe do Wikileaks foi agraciado com o Amnesty International New Media Award em 2009 e o Sydney Peace Foundation Gold Medal, o Walkley Award for Journalism e o Martha Prize em 2011. Colaborador original da lista de discussão Cypherpunk, criou inúmeros projetos de software alinhados com a filosofia do movimento, inclusive o sistema de criptografia rubberhose e o código original para o Wikileaks. É coautor, com Suelette Dreyfus, de Underground, uma história do movimento internacional de hackers.




Por que Washington teme quem revelou seus segredos e criou Wikileaks. As acusações esfarrapadas. Submissão da Suécia, dignidade do Equador. O 20/8, data crucial

Por John Pilger | Tradução: Inês Castilho

O prisioneiro que apavora o Império Americano 



Escritor John Pilger alerta: não haverá julgamento isento; e ele desaparecerá num mundo kafkiano semelhante a Guantánamo
Por John Pilger, do Countercurrents | Tradução: Coletivo VilaVudu 



Ética e direito internacional exigiam proteger fundador do Wikileaks. Caso gera precedente histórico e abala reputação dos EUA e Inglaterra
Por Mark Weisbrot* | Tradução: Antonio Martins

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

A fábrica (The Mill)

Estou assistindo a minissérie "A fábrica" (The Mill)   drama inglês no canal +globosat às 21h30 que se passa na primeira metade do século XIX, escrito por John Fay e produzida pela Darlow Smithson e exibido no Channel 4  rede de televisão Britânica em 2013. No Brasil ainda é inédito acredito.
 Com 10 episódios, os quatro primeiros são da primeira temporada e os demais da segunda. Hoje termina a minissérie.
O filme retrata o  período em que o povo vive os efeitos das mudanças sociais, implantadas pelo governo em uma tentativa de reduzir a diferença entre classes (lembra o que estamos vivendo hoje no Brasil com a tentativa do golpismo).
Com base em documentos históricos, The Mill apresenta a vida de crianças que trabalham no Quarry Bank Mill, uma fábrica de algodão da cidade de Cheshire, em 1833.
 Quarry Bank foi uma das mais importantes fábricas de algodão do período da revolução industrial.

 Quarry Bank (1)


Mantida por Samuel Greg (Donald Sumpter) e seu filho Robert (Jamie Draven), a fábrica emprega crianças com o objetivo de oferecer a elas a oportunidade de aprenderem um ofício. Porém, elas são tratadas como escravas pelo casal Timperley (Claire Rushbrook e Kevin McNally), que administram o local.
Quarry Bank Mill recebe um grupo de imigrantes que chega do sul. Entre eles, o casal John (Mark Frost) e Rebecca (Laura Main) e seus filhos, Jack (Joshua Isherwood) e Timothy (Ewan Philips), bem como Will Whittaker (Mark Strepan) e seu avô Abe (Dave Hill). Os imigrantes não são bem recebidos pelos moradores da região, que temem ter seus salários reduzidos quando essas pessoas começarem a buscar trabalho.
Enquanto isso, Esther (Kerrie Hayes) descobre que sua irmã Martha (Vicky Binns) vive como mendiga nas ruas. Tentando ajudar sua irmã e lutando para garantir seu emprego na fábrica, ela faz um acordo com William Greg (Andrew Lee Potts), o novo diretor que é irmão de Robert, agora membro do Parlamento em Westminster.
Em Manchester, o engenheiro Daniel Bate (Matthew McNulty) entra em contato com o ativista John Doherty (Aidan McArdle), que luta para garantir aos trabalhadores o direito de voto. Daniel Bate um revolucionário de fato, consciente, determinante com seus ideais.
Também  Mark Strepan (visto em Jonathan Creek), como Will Whitakker, um aprendiz de sapateiro que desperta o interesse de Esther; e Sope Dirisu, como Peter Gardener, um aprendiz negro que Hannah (Barbara Marten) trouxe das plantações dominicanas para trabalhar na fábrica. Peter é enganado pelo morte de seu avô Vernon.




Clique aqui para quem é assinante ou clique aqui para download das duas temporadas




 A Inglaterra é dos países mais ricos e influentes do mundo, foi aliado aos EUA no bombardeamento de Bagdá deflagrando mais uma guerra no Golfo Pérrsico.
Também a mesma Inglaterra que se envolveu numa série de incidentes nas relações diplomáticas com o governo do império do Brasil em 1862.
"A fábrica"no período de 1833 e 1842  passava por transformações industrial,  cultural, política,  científica e militar que consolida com a coroação da Vitória iniciando a era vitoriana.
Há mais de 300 anos se viu a queda do absolutismo com a revolução inglesa onde permaneceu o rei mas o poder político ficou com o parlamento, não atendeu a classe subalterna, no filme retrata muito bem a exploração de crianças na fábrica têxtil no interior da Inglaterra, também a luta trabalhista pelo voto universal principalmente da mulher, as relações de gênero na cena de Esther com fica grávida de Will é exemplar.


Notas:
(1)http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/series/series-inglaterra/channel-4-prepara-the-mill/


Conferência dos Geógrafos Latino Americanistas

Data: 05 a 11 de janeiro de 2014 (apresentações nos dias 07 e 08)
Lugar: Cidade do Panamá, Panamá
Envio de trabalhos: até 31 de outubro de 2013

Maiores informações na página na internet:
http://clagpanama2014.tamu.edu/call-for-papers
http://clagpanama2014.tamu.edu/